UMA ESPECTACULAR RECRIAÇÃO DO TÚMULO E DOS TESOUROS DO FARAÓ MAIS FAMOSO, TAL COMO FORAM DESCOBERTOS EM 1922, POR HOWARD CARTER.

Imagine a sensação de entrar no túmulo de Tutankamon, tal como fez Howard Carter, em Novembro de 1922, e deparar com o deslumbrante cenário revelado pela maior descoberta arqueológica de sempre. É essa experiência fascinante que lhe proporciona a exposição Tutankamon – Tesouros do Egipto, uma fantástica viagem ao tempo dos faraós.

Ao longo do percurso, é possível apreciar em detalhe mais de 100 fantásticas reproduções das peças encontradas por Howard Carter, todas elas produzidas no Egipto, seguindo a mesma técnica utilizada há milhares de anos por artesãos no fabrico dos tesouros do Rei Tutankamon.

Para que a experiência seja o mais fiel possível, foram recriadas com a máxima fidelidade as três salas descobertas por Howard Carter. O destaque da exposição é uma visita à reprodução do Túmulo do Tutankamon, à escala real. Cofres preciosos, um trono de ouro, vasos de alabastro… Ainda nada igualou e provavelmente nunca nada igualará todo o esplendor e magnificência deste túmulo.

Um documentário cinematográfico e um conjunto de fotos originais, a preto e branco, em grande escala, permitem documentar todo o processo da descoberta de Howard Carter, a maior de sempre não apenas da egiptologia, mas da arqueologia em geral.

Tutankamon nasceu no ano de 1341 a.C., numa era em que o faraó Akhenaton, que foi provavelmente o seu pai, introduziu o monoteísmo no Antigo Egipto, substituindo a religião tradicional, que adorava múltiplos deuses.

Akhenaton era a antítese completa dos reis anteriores. Não era um guerreiro, era um sonhador e um filósofo mais interessado na teologia e nas artes do que em exercer o seu reinado. Transferiu a capital administrativa (Memphis) e a capital religiosa (Tebas) para Akhetaton (a actual Tel el-Amarna) no Médio Egipto, um local que nunca tinha estado associado a nenhum deus. Foi aqui que o príncipe Tutankhaten – nome escolhido para glorificar Aten, a divindade da nova religião – nasceu e passou a sua infância.

Tutankhaten iniciou o seu reinado com apenas nove anos. Nos primeiros anos, tentou corrigir os erros do seu antecessor, embora existam muito poucas evidências de que realmente aconteceu na altura. Restaurou o culto aos deuses tradicionais e restabeleceu Tebas como a capital religiosa e Memphis como o centro administrativo. Também mudou o seu nome para Tutankamon, em honra do deus Amon. O Rei Tut, como também ficou conhecido, reinou por apenas nove anos. Mas, de repente, e inesperadamente, no seu décimo oitavo ano de vida, o jovem rei morre. Tornou-se o faraó mais famoso quando o seu túmulo foi descoberto em condições quase perfeitas.

Howard Carter faz uma abertura apenas suficiente para enfiar a cabeça e, através dela, introduz uma vela. Aquilo que surge perante os seus olhos deixa-o estupefacto: “Vejo coisas maravilhosas”, exclama. É a antecâmara do túmulo, coberta de estátuas, mobílias, objectos e ouro, ouro por todo o lado. Tem perante os seus olhos a realização do sonho de qualquer arqueólogo.

Quando a porta é finalmente aberta, também Lord Carnarvon, a sua filha, Lady Evelyn,  e o egiptólogo Arthur Callender, que se lhes tinha juntado aquando da primeira notícia da descoberta, vêem brilhar, à luz de uma forte lâmpada eléctrica, cofres preciosos, um trono de ouro, vasos de alabastro, bizarras cabeças em ouro de animais que serviam de sentinelas, duas estátuas com aventais e sandálias de ouro… mas entre tantos tesouros não havia nem um sarcófago nem uma múmia!

A descoberta de uma outra porta, a terceira, que apresenta sinais de arrombamento e de uma sucessiva selagem, faz renascer as esperanças, mas não compreendem porque terão os ladrões, que já aqui ainda tinham estado, optado por entrar para além da terceira porta, antes de se apropriarem de tudo quanto poderiam tirar do espaço precedente.

E as surpresas não terminam por aqui. Uma pequena sala lateral encontra-se incrivelmente recheada de objectos funerários e de preciosidades de todos os géneros, removidos e em parte danificados pelos misteriosos visitantes…

LOCAIS DE VENDA

Bilhetes à venda na bilheteira da exposição, em www.blueticket.pt e nos locais habituais.

 

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO E DA BILHETEIRA

Segundas a sextas-feiras 10h00 | 18h00
Sábados, domingos e feriados 10h00 | 20h00

Excepções ao horário normal

27 de Fevereiro e 24 de Abril 10h00 | 20h00

A última entrada verifica-se 30 minutos antes da hora de encerramento.

 

PREÇÁRIO

Adulto 11 €
Criança de 3 a 11 anos (inclusive) 8 €
Criança até aos 3 anos Gratuito
Bilhete Família (2 adultos + 3 crianças até aos 11 anos, inclusive) 30 €
Estudante 9 €
Sénior (mais de 65 anos) 9 €

GRUPOS ESCOLARES

Aluno 6 €
(grupo mínimo de 15 alunos, com presença
obrigatória de um professor/responsável
educativo, que terá entrada gratuita)

RESERVAS

Email: reservas.tutankamon@gmail.com

Telf.: 910 333 750

 

NOTAS

  • O Bilhete Criança e o Bilhete Sénior requerem a apresentação do BI ou do Cartão de Cidadão.
  • O Bilhete de Estudante requer a apresentação do Cartão de Estudante.
  • Os descontos não são acumuláveis.
  • Os preços indicados incluem IVA à taxa em vigor.

Pavilhão Atlântico

Lisboa | Parque das Nações 

 

Autocarros (Carris)
Paragem mais próxima: Estação do Oriente
5, 25, 28, 44, 708, 750, 759, 782, 794

 

Metro
Linha Vermelha – Estação do Oriente

 

Coordenadas GPS
N 38º 45′ 48,61” W 9º 5′ 37,62”